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Dr. Marcus Vinicius Iglesias
Cardiologia · Copacabana
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Prevenção12 de setembro de 20266 min de leitura

Check-up cardiológico: o que realmente precisa ser avaliado depois dos 40

Quais exames fazem sentido, com que frequência e por que a conversa com o médico vale mais que uma bateria de testes.

Dr. Marcus Vinicius IglesiasCardiologista · CRM-RJ 52-838500 · RQE 61086

Depois dos 40 anos, a chance de acumular fatores de risco cardiovascular aumenta — e é também nessa fase que a prevenção tem mais impacto. Mas check-up não é sinônimo de fazer todos os exames disponíveis. É sinônimo de fazer os exames certos, no momento certo, para a pessoa certa.

Comece pela conversa

A parte mais valiosa do check-up acontece antes de qualquer exame: entender seu histórico familiar, seus hábitos, sintomas que você talvez nem considere importantes. Muitas decisões sobre quais exames pedir nascem dessa conversa.

O que costuma fazer parte da avaliação

  • Medida da pressão arterial em consultório e, se necessário, em casa
  • Exames de sangue: colesterol e frações, glicose, função renal
  • Eletrocardiograma de repouso
  • Ecocardiograma ou teste de esforço, quando a história ou o exame físico indicam
Mais exames não significam mais segurança. Significam mais resultados para interpretar — e, às vezes, mais ansiedade sem benefício.

Com que frequência repetir

Depende do seu risco. Para quem tem exames normais e poucos fatores de risco, intervalos de um a dois anos costumam ser adequados. Para quem já tem hipertensão, diabetes ou histórico familiar importante, o acompanhamento é mais próximo — e definido em conjunto com o cardiologista.

Este conteúdo tem caráter informativo e educativo e não substitui a consulta médica. Em caso de sintomas, procure avaliação profissional.