Depois dos 40 anos, a chance de acumular fatores de risco cardiovascular aumenta — e é também nessa fase que a prevenção tem mais impacto. Mas check-up não é sinônimo de fazer todos os exames disponíveis. É sinônimo de fazer os exames certos, no momento certo, para a pessoa certa.
Comece pela conversa
A parte mais valiosa do check-up acontece antes de qualquer exame: entender seu histórico familiar, seus hábitos, sintomas que você talvez nem considere importantes. Muitas decisões sobre quais exames pedir nascem dessa conversa.
O que costuma fazer parte da avaliação
- Medida da pressão arterial em consultório e, se necessário, em casa
- Exames de sangue: colesterol e frações, glicose, função renal
- Eletrocardiograma de repouso
- Ecocardiograma ou teste de esforço, quando a história ou o exame físico indicam
Mais exames não significam mais segurança. Significam mais resultados para interpretar — e, às vezes, mais ansiedade sem benefício.
Com que frequência repetir
Depende do seu risco. Para quem tem exames normais e poucos fatores de risco, intervalos de um a dois anos costumam ser adequados. Para quem já tem hipertensão, diabetes ou histórico familiar importante, o acompanhamento é mais próximo — e definido em conjunto com o cardiologista.
Este conteúdo tem caráter informativo e educativo e não substitui a consulta médica. Em caso de sintomas, procure avaliação profissional.
